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Este é um conflito que surge em quase todos os relacionamentos que duram mais de dois anos. Causa tensão, brigas, e sentimentos feridos. Muitas vezes, ambos os parceiros se sentem incompreendidos e frustrados.
Independente do seu nível de satisfação, a maioria dos casais acabará por ter algum conflito em relação ao sexo. Uma pesquisa mostra que uma das questões mais comuns entre os casais gira em torno da frequência sexual ou quantas vezes o casal está envolvido em intimidade sexual. De maneira estereotipada isso envolve um parceiro masculino buscando maior frequência do que o seu homólogo feminino, mas nem sempre é o caso. Independente disso, as expectativas não satisfeitas no quarto podem avançar e causar problemas de comunicação, gerar falta de conexão emocional e instabilidade geral no relacionamento.
Então, como se pode combater esse efeito negativo? Qual é a quantidade certa de sexo? Aqui estão alguns pensamentos gerais para ajudar aos casais a certificarem-se de que este problema não está prejudicando as outras partes de seu relacionamento.
Qual deve ser a frequência sexual de um casal?
A resposta correta a esta pergunta é que não existe uma “quantidade certa”. Cada casal é diferente e, mais importante, cada um pode ter alteradas suas circunstâncias de vida devido à doença, carreiras e crianças (entre muitas outras coisas) que irão interferir em seu desejo sexual e disponibilidade. Pode haver momentos na vida de um casal em que a intimidade sexual seja perfeitamente possível a cada dia, e outras vezes uma impossibilidade logística.
A pesquisa mostra que um casal “médio” geralmente tem relações sexuais cerca de 2 a 3 vezes por semana. No entanto, se você está preocupado por estar na média, gostaria de incentivá-lo a pensar sobre sua intimidade ao longo de várias semanas ou mesmo vários meses. Cada casal terá boas e más semanas em termos de frequência íntima, já que não existe um número mágico que os casais precisam alcançar para serem “saudáveis”.
Como evitar o conflito sobre a intimidade sexual?
Para o parceiro que quer mais:
Entenda que a intimidade é uma rua de mão dupla. Sexo, obviamente, envolve duas pessoas. É muito claro, a partir de pesquisas, que o sexo é mais gratificante, agradável e satisfatório se ambos os parceiros desejam a intimidade. Se você é o parceiro que quer ter relações sexuais com mais regularidade, perceba que fazer sexo todos os dias pode não ser a experiência agradável que você acha que vai ser se o desejo do seu parceiro não corresponde ao seu. Aceite de boa vontade postergar a intimidade se o seu cônjuge não está de bom humor e evite tomar isso como uma rejeição pessoal.
Para o parceiro querendo menos:
Entenda que sua cara metade está provavelmente buscando proximidade e não apenas gratificação física. Muitas vezes, a pessoa que quer menos sexo vê seu parceiro como obcecado e excessivamente centrado no elemento físico do relacionamento e que isso é tudo com que o outro se preocupa. É importante para a pessoa que deseja menos sexo perceber que as tentativas de envolvimento sexual são bons sinais de uma relação saudável e muitas vezes provenientes de um desejo tanto de conexão física quanto emocional. Em nosso mundo moderno há uma abundância de alternativas a que as pessoas podem recorrer (online ou não) se estiverem apenas buscando a gratificação pessoal. As tentativas de proximidade íntima do seu parceiro provavelmente provêm do amor e desejo de proximidade com você. Trate tais tentativas dentro dessa perspectiva e tenha cuidado sobre o quanto a sua reação pode ser excessivamente negativa ou fazer seu parceiro se sentir rejeitado.
Para ambos os parceiros:
Conversem sem tabus. Mesmo entre os casais que têm tido intimidade sexual por muitos anos, este pode ser um tema tabu. A fim de se envolver em uma comunicação saudável, é vital que cada casal aborde as questões relacionadas de maneira aberta. Se um dos parceiros quer mais intimidade e o outro não, tentem postergar para um momento mais oportuno e deixe o seu parceiro que não está no clima explicar claramente o porquê.
Embora possa não parecer romântico, agendar a intimidade pode ser uma coisa muito prática e útil para muitos casais (especialmente aqueles com as crianças). Agende para o dia seguinte e, em seguida, passem o dia flertando e provocando um ao outro. Torne o sexo algo que o outro deseje ter também. Outra opção pode ser a de se revezarem na “carga” de planejar e iniciar a intimidade. Acima de tudo, conversem sobre intimidade e sexo.
Estas dicas podem ajudar muitos casais a evitarem o conflito em relação à frequência sexual, mas é improvável que ajude em questões maiores e mais conflituosas que alguns casais podem estar passando.
Este artigo foi publicado originalmente no site Relate Institute, republicado no http://amofamilia.com.br/ com permissão, traduzido e adaptado por Stael F. Pedrosa Metzger e copilado para este.

As 5 linguagens do amor

outubro 28th, 2015

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. (…) O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. (…)Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (…) Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor” (1 Corínti
os 13:1,4,7,13).

Provavelmente, esse texto que o apóstolo Paulo escreveu à igreja de Corinto, seja o que melhor define o amor. Amor é aquele sentimento que faz duas pessoas se sentirem bem juntas, dividirem sonhos e caminharem na mesma direção. O amor supera qualquer barreira e dificuldade, porém, muitos casais que se amam, acabam sofrendo por não conseguirem entender um ao outro.  

Diante disso, o autor Gary Chapman mostra em seu livro “As cinco linguagens do amor“, a razão que faz as pessoas ficarem tão insatisfeitas em seus relacionamentos (mesmo se amando). Ele explica que as pessoas falam linguagens “afetivas” diferentes, assim como acontece nos idiomas. Ou seja: todos nós somos diferentes na forma de demonstrar amor e em como queremos ser amado(a)s; e para que haja uma harmonia, é preciso identificar qual a nossa “linguagem do amor” e a do outro.

Todos nós somos como “vasos vazios” que precisam ser preenchidos com amor, porém, nem sempre isso acontece, pois a forma com que recebemos amor é diferente. Então, ao descobrir a sua linguagem de amor e a do seu(sua) parceiro(a), será possível, você expressar amor da maneira com que ele(a) se sinta amado(a), e também, fazê-lo(a) entender como você quer receber amor.

Talvez você seja uma pessoa que se sente amada quando seu(sua) parceiro(a) diz palavras carinhosas, mas ele(a) nem deve saber disso, por isso ele(a) demonstra amor ajudando você em tarefas do dia a dia, por exemplo. Essa é uma atitude boa, mas você continuará insatisfeito(a), com seu “vaso vazio”, até que ele(a) descubra a sua linguagem do amor.

Você já sabe qual a sua linguagem do amor? E a linguagem de quem você ama? Veja abaixo quais são as cinco linguagens do amor: (Se possível, leia junto com seu(sua) companheiro(a):

1) PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO

São palavras carinhosas, que demonstram atenção, consideração e cuidado com a pessoa amada. Por exemplo: Elogios verbais: “O jantar estava ótimo!“; Afirmações: “Essa roupa ficou linda em você!“; e Incentivos: “Fique tranquilo(a), vai dar tudo certo“.

2) QUALIDADE DE TEMPO 

É quando se dedica um tempo exclusivo, ainda que pequeno, sem interrupções. Conversas de qualidade, um passeio na praça, um café em um lugar diferente ou até mesmo assistir um filme no sofá de casa. Na verdade, não importa muito o que se faz, e sim com quem se faz. 

3) PRESENTES
O que menos importa é o valor financeiro. Você pode colher uma flor, comprar uma pizza, dar uma caixa de bombons etc. Para a pessoa que se sente amada nessa linguagem, estes simples gestos significam: “Ele(a) se lembrou de mim – pensou em mim“.

4) GESTOS DE SERVIÇO
Nesta linguagem, o que você faz fala mais alto. Lavar a louça do jantar vale mais do que aquela caixa de bombons finos que você comprou para ele(a); consertar a fechadura é mais importante do que levá-lo(a) ao cinema; levar o lixo para fora é mais relevante do que gravar músicas românticas.

5) TOQUE FÍSICO
O importante é saber quando, como e onde tocar a pessoa. Exemplos: dar beijos em momentos que ele(a) não espera; colocar a mão em seu ombro em uma situação difícil; abraçá-lo(a) de forma aconchegante quando ele(a) sentir medo ou insegurança.

Eu sei que muitas pessoas dirão: “Ah, eu tenho todas estas 5 linguagens do amor!” Mas é importante você identificar com seu(a) parceiro(a) qual a linguagem principal de cada um. Pois, ainda que você diga “eu te amo” em todas as linguagens, ele(a) continuará sentindo falta de algo. Use a linguagem correta e se aperfeiçoe a cada dia, ao colocá-las em prática. Você verá que seu relacionamento será bem mais saudável e o coração de vocês terá espaço apenas para o amor!

Fonte: http://www.mazetti.com.br/as-5-linguagens-do-amor/

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Fonte: http://www.chacaraprimavera.org.br/serie-de-palestras/ufc-familia/entrando-em-combate-pela-familia-estendida-dp1

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A melhor pessoa

dezembro 17th, 2013

Quando a gente ama alguém mesmo que apareça outra pessoa melhor ou mais bonita, escolhemos ficar com a pessoa amada. Amar é isso, está com a pessoa que amamos independente das circunstâncias.

A traição como lição!

setembro 6th, 2012

O que podemos aprender com a traição?

Um rapaz diz a uma moça ser uma pessoa, porém, depois, descobri-se que ele não era nada daquilo que dizia ser. Uma jovem conta um segredo para uma amiga, e esta por sua vez espalha para o bairro inteiro. Um pai de família aparentemente exemplar… mas na verdade ele é adúltero.

Você provavelmente conhece estes exemplos. Se você é um personagem dessas histórias, como se sentiu ante a tais situações? Ou melhor, como reagiu ao descobrir que foi traído?

Na condição de seres humanos, geralmente queremos tirar satisfações, isto quando não partimos para a agressão física contra o traidor. A dor da traição é uma mistura de emoções tais como mágoa, rancor, falta de confiança e, em alguns casos, até perda do amor próprio.

É interessante notar que a traição é uma arma contra nós, disponível apenas nas mãos de quem tanto amamos. Nossos inimigos não a possuem uma vez que já são inimigos. Outro detalhe está no verbo “trair”. Você não diz “estou sendo traído” porque na verdade você já foi traído.

Mas a questão é como você pode sobreviver a essa situação, ou melhor, a essa lição? Sim, pois da traição podemos aprender com Jesus que foi traído por Judas (Mt 26.47-50). Jesus poderia muito bem agir com o seu discípulo da forma como agiríamos nessas mesmas circunstâncias. Entretanto, não foi assim. O Mestre quebrou paradigmas. Em Jesus habitava o amor e a palavra de Deus, o Pai. Por isso, mesmo sabendo que seria traído, Ele continuou amando Judas como se ainda fosse seu amigo.

Ora, você pode me perguntar se em nós cristãos não há também o amor e a Palavra de Deus. Sim, esta verdade está em nós desde que o nosso coração esteja limpo e pronto a perdoar. Quando isto acontece, podemos agir da mesma forma que Jesus. É necessário buscarmos de Deus o perdão constante, e o amor incondicional para com aqueles que nos magoam. Do contrário, que proveito teremos se não praticarmos a lição que o Senhor nos ensinou? Pense nisso!

Fonte: http://estudoscristaos.com/2008/07/traio-como-lio.html

‘Se você gostou deste post, obrigado por compartilhá-lo: “

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?”

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta
satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me
senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso
filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar
meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio” – disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa, no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram
constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da
casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto,
seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos
segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o
meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.

Eu não consegui dirigir para o trabalho… fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia… Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar”.

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti.” Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta
de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe”.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama – morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos
proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, do seu marido, façam pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Um casamento centrado em Cristo é um casamento que dura uma vida toda.

(Recebi o texto acima, por e-mail. Não sei quem escreveu. Acho, também, que pouco importa se é um relato real ou fictício. Por isso resolvi publicar aqui. Se salvar do divórcio um casamento fragilizado, terá valido a pena).

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2010/08/30/esta-pensando-em-divorciar-leia-esse-texto-antes/

Prova de Fogo

novembro 20th, 2011

Um filme para assistir antes que tudo vá mal, mas também para assistir quando tudo vai mal.Veja algumas cenas



Vivemos em uma sociedade de valores baixo e que desvalorizar a união de duas pessoas (sexo oposto), recentemente um amigo que amo muito, mas com valores baixo sobre casamento me fez a seguinte pergunta:

Se casamento é bom, por que precisa de testemunha? Nossa mente hoje geralmente é limitada a algumas respostas e ficamos desencorajados de tomarem atitudes corretas, por causa da pertubação que temos da mídia em sua grande massa Read the rest of this entry »

Namoro Evangélico

setembro 20th, 2009

Quando Isaque estava pronto para se casar, seu pai Abraão enviou um servo a sua pátria para escolher uma esposa para Isaque. O servo encontrou Rebeca e trouxe-a na volta para Canaã, para ser esposa de Isaque. Ele só se encontrou com Rebeca pouco antes de se casarem e não a namorou (Gênesis 24). Isso pode parecer estranho, até mesmo espantoso, para uma pessoa jovem de hoje em dia, mas os casamentos arranjados pelos pais eram comuns nos tempos bíblicos. O que dizer do romance? E se o homem e a mulher não fossem fisicamente atraídos um pelo outro? Esses casamentos, com frequência, duravam precisamente porque não eram iniciados na base da atração física ou do amor romântico, uma emoção que é frequentemente difícil de sustentar.

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